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terça-feira, 16 de abril de 2013

Caminhão de lixo elétrico

Combinando diferentes desenhos de caminhões de coleta de lixo, o designer polonês Michał Markiewicz desenvolveu o Multifunctional Waste Collection Vehicle, um conceito elétrico multifuncional. O veículo contaria com as mais recentes tecnologias limpas e agregaria funções mais adequadas ao atual ambiente urbano e a áreas verdes.
O projeto do caminhão multifuncional mostra um veículo pequeno e leve, com o espaço bem otimizado (Foto: Divulgação)

O caminhão teria dimensões reduzidas e um design estreito o suficiente para facilitar o acesso a diferentes áreas da cidade. O veículo ainda seria capaz de fazer coleta seletiva de lixo de forma eficiente, contaria com recursos para limpar e varrer as vias e retirar a neve acumulada em calçadas.

O motorista ficaria em uma cabine grande e espaçosa com saída para ambos os lados. Ele teria a opção de ficar em pé ou em um banco que o deixaria numa posição semi-vertical, como uma forma de aliviar suas articulações e permitir que se desloque rapidamente para realizar os serviços fora do caminhão.
O desenho do assento do motorista foi pensando de uma forma prática e eficiente para otimizar seus serviços (Foto: Divulgação)

Pequeno e leve, o veículo seria alimentado por uma bateria elétrica ecológica, o que o tornaria mais econômico. Isso ainda permitiria que o exemplar fosse mais silencioso que a maioria dos modelos de caminhões de coleta de lixo que circulam atualmente.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Sustentabilidade

Smartphones e sustentabilidade estão na moda. Então, por que não juntar as duas coisas? É o que propõe esses oito carregadores, que utilizam a luz solar para carregar o seu iPhone,Android e Windows Phone. Todos os dispositivos já estão à venda e podem ajudar naquele momento de "desespero" em que a bateria do celular acaba, alguns deles podem até ser utilizados para decorar a sua casa. Confira a lista:

1. SLXtreme
Snow Lizard SLXtreme Case é à prova d'água e faz recarga pela luz solar (Foto: Divulgação)


Compatível com iPhone 4, 4s e 5, o SLXtreme tem as laterais emborrachadas e é o carregador ideal para quem gosta de fazer trilhas. O acessório é à prova d’agua e pode ser utilizado em até dois metros de profundidade, com direito a botão obturador integrado para fotos subaquáticas. A bateria integrada dobra o tempo de vida útil do smartphone e é revestida por uma caixa de policarbonato. Ela é mesmo poderosa: aguenta sete horas de conversa e 11 de reprodução de vídeos. Tantos adjetivos compensam o preço: R$ 129,99
2. Altoids Solar USB Charger
Altoids Solar USB Charger parece uma lata de sardinha, mas mantem o celular ligado por dois dias (Foto: Divulgação)

O Altoids Solar não tem múltiplas funções como o SLXtreme. No entanto, o ponto forte do aparelho está no tempo em que ele mantém o celular ligado: dois dias ou mais! Portátil, o dispositivo usa baterias AA e quase lembra uma lata de sardinha, só que bem mais charmosa. Mas e se faltar sol? Não é problema para ele. Duas pilhas recarregáveis o acompanham e servem como fonte de energia. Preço: R$ 34,99

domingo, 14 de abril de 2013

Barco solar

O MS Turanor PlanetSolar é maior navio solar do mundo e, agora, ele será usado pela ciência. A embarcação elétrica se fez aos mares com um time de cientistas, que irão estudar a Corrente do Golfo, um fenômeno das águas do Atlântico e que afeta diretamente o clima da América do Norte e da Europa. O objetivo é compreender melhor os processos que impactam o clima global.
Turanor fará viagem para entender o impacto do Atlântico Norte no clima (Foto: Divulgação)

O uso de um navio movido a partir de energia coletada do sol não é apenas uma decisão de marketing para trazer visibilidade ao estudo. De acordo com os cientistas, a escolha pelo catamarã elétrico tem impactos nos resultados que serão obtidos em campo: como o navio se move apenas pela eletricidade, ele não emite gases poluentes, que poderiam interferir nas medições e causar distorções nos resultados do estudo.

No navio, equipes de biólogos e físicos usarão equipamentos para medir as condições da atmosfera e das águas durante a viagem. Além disso, pesquisas de interesse oceanográfico serão realizadas ao longo do percurso.

Mantido pela Universidade de Genebra, o Turanor navega com cores suíças e foi lançado, pela primeira vez às águas, em 2010. A primeira tarefa do navio foi realizar uma viagem de volta ao mundo, que durou 19 meses, aventura que concluiu em 2012, se tornando o primeiro barco elétrico a circum-navegar o globo. O navio tem 31 metros de comprimento, 500 metros quadrados de paineis solares e pode atingir velocidades de até 14 nós, algo equivalente a 26 km/h.

A nova viagem, de pesquisa das correntes atlânticas e seus impactos no clima, dão ao navio uma sobrevida e uma aplicação prática. Desde que havia encerrado sua viagem de circum-navegação, o Turanor passava seus dias estacionado num estaleiro francês.

sábado, 13 de abril de 2013

Bubba's Hover

O jogador de golfe profissional Bubba Watson se associou à fabricante Neoteric Hovercraft para divulgar um novo meio transporte para campos de golfe: o BW1, um veículo capaz de flutuar sobre diferente tipos de superfícies. O vídeo promocional já teve mais de sete milhões de visualizações e a criação passou a ser chamada de "Bubba's Hover" ou o Hover do Bubba, em português.

No viral, é possível ver o atleta conduzindo o veículo e atravessando vários tipos de terrenos, como gramados, solos arenosos e até pequenos lagos. “Vamos passar sobre os obstáculos de água, sair na grama do outro lado, colocar a bola no buraco, e em seguida, dirigir de volta pela barreira de água. Quem não quer fazer isso?”, diz Watson durante a gravação, entusiasmado com a invenção.
Bubba's Hover é um sucesso na internet, seu vídeo tem mais de 7 milhões de visualizações (Foto: Divulgação/Neoteric Hovercraft)

O BW1 tem mais de 2,5 m de comprimento, mas, segundo Chris Fitzgerald, presidente da Neoteric Hovercraft, exerce um impacto sobre a superfície 33 vezes menor do que a pressão gerada por uma pisada humana.
O exemplar exibido no vídeo é resultado de alterações feitas no modelo básico do veículo, que custa entre US$ 16 mil (R$ 32 mil) e US$ 20 mil (R$ 40 mil). A empresa incluiu vários instrumentos especiais, como por exemplo, um rotor de redução de ruído, elevando o preço para, aproximadamente, US$ 50 mil (R$ 100 mil).

O sucesso da divulgação foi tanto que, em uma declaração para o site Business Week, um porta-voz da empresa disse que foram recebidas mais de 500 ligações de interessados no meio de transporte. Destas, 150 foram pedidos de compra sérios, entre eles o de um australiano, que deseja adquirir cem unidades.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Folha artificial

O bioquímico Daniel Nocera anunciou na última semana a mais nova versão de uma interessante fonte de energia limpa, a “folha artificial”. Copiando a fotossíntese realizada pelas plantas, a invenção funciona transformando a luz do sol e a água em energia.
A folha artificial (Foto: Reprodução/ Mashable)

Feita em uma estrutura de silício na forma de uma pastilha, a “folha artificial” funciona dentro de um tanque de água separando o hidrogênio do oxigênio, e armazenando-o em uma célula de combustível. Desta forma, uma única pastilha destas pode gerar até 100 watts de energia em tanque com um litro de água de forma contínua, 24 horas por dia.

Lançado em 2011 pelo próprio Nocera, o primeiro modelo da “folha artificial” só conseguia gerar energia se utilizasse água limpa – recurso é tão ou mais essencial do que a necessidade de produzir bioenergia. No entanto, a recém-lançada versão da pastilha de silício foi melhorada podendo realizar seu processo utilizando água impura e realizando uma espécie de higienização espontânea, impedindo que bactérias se proliferem.
(Foto: Reprodução/ Mashable)

Daniel, que vem trabalhado nesta invenção há décadas, declarou em um recente encontro na Sociedade Americana de Química que está inovação é importante e diminui suas preocupações com a aplicabilidade do uso da “folha artificial” em áreas remotas e em países em desenvolvimento.

“A higienização espontânea permite que a folha artificial funcione em reservatórios de águas impuras e contaminadas por bactérias no meio ambiente”, afirmou o bioquímico para o site Mashable. Agora, Nocera analisa a viabilidade de pastilhas mais baratas e menos eficiente, mas com o mesmo resultado. E o cientista ainda brincou, “É como oferecer um fast-food de energia”.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Tela touchscreen

Desenvolvido por duas designers, Manuela Donoso e Crys Moore, o “Fish Tank Interactive” é uma experiência que transforma um recipiente com água em um ambiente sensível ao toque. A invenção simula uma espécie de aquário virtual com peixes pixelados que interagem com os usuários.

O "Fish Tank Interactive" copia o comportamento de cardumes de pequenos peixes em busca de comida (Foto: Divulgação/ Manuela Donoso)

O experimento não é o primeiro a explorar a superfície da água como uma tela touchscreen, mas, diferente dos projetos anteriores, consegue ser executado sem o uso de qualquer tipo de monitor ou tela. Os “cardumes” são exibidos por meio de um projetor de curto alcance instalado na base do tanque, de forma que os movimentos sejam capturados por uma Webcam HD.

A câmera é conectada a um laptop com softwares de processamento capacitados para interpretar e responder às ondulações geradas pelo toque de dedos na água. Desta forma, quando os usuários passam as mãos pela superfície, círculos azulados são formados, atraindo os “peixinhos”, representados por pontos de cor laranja.
O experimento funciona com um laptop conectado a um projetor de curto alcance no fundo de um tanque de água e uma webcam HD (Foto: Divulgação/ Manuela Donoso)

Em uma entrevista para o site The Verge, Manuela Donoso declarou que o “Fish Tank Interactive” funciona da mesma forma que “um botão no iPhone ou em qualquer outro dispositivo com tela touchscreen”. Levando em consideração que o experimento acompanha as alterações medidas na ondulação da água, os displays de smartphones seguem o mesmo princípio, interagindo com as mudanças detectadas em termos de cargas elétricas.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Carro de corrida

Desenvolvido pela Universidade de Birmingham e pela Westfield (uma preparadora de carros de competição), o iRacer pode ser o primeiro veículo de corrida elétrico a que pessoas comuns tenham acesso. O projeto permite que um kit seja adquirido pelo consumidor para montá-lo em casa. O preço estimado é de R$ 40 mil.
Monoposto pode ser construído com motores elétricos ou a combustão (Foto: Divulgação/Birminghan City University)
O carro de apenas um lugar foi projetado para ser construído com um conjunto de motor e câmbio que permitem aceleração de 0 a 100 km/h em apenas cinco segundos. O motor, cuja potência é de 132 cavalos, oferece torque de 76 mkgf, o que explica a aceleração vigorosa, a despeito da potência relativamente baixa. Na configuração original, o iRacer alcança 185 km/h, limitados eletronicamente (correndo solto, chega a 225 km/h).
Um grande problema de automóveis pensados em torno de sistemas de propulsão elétricos é o peso. As baterias costumam ser bem pesadas, o que compromete o desempenho de veículos de corrida. O carro tem 780 Kg, carga relativamente alta para um motor de 132 cavalos e baterias que permitem apenas 25 minutos de diversão.
Ciente destes problemas, a Westfield pretende vender o iRacer sem motor e câmbio, para que os consumidores os adaptem às suas necessidades. No contexto inglês, onde o automobilismo é um esporte mais popular e acessível, a ideia de ter seu próprio monoposto para acelerar nos diversos autódromos da região é bastante interessante. Além disso, a Westfield tem em vista vender o modelo para interessados em promover uma categoria que use apenas carros elétricos.