“Eu me dei conta que a Caterham só regrediu ao invés de progredir, a equipe não tinha nenhuma chance para o futuro”, disparou Trulli, que deixou a escuderia durante a pré-temporada. Segundo ele, já que o carro não representava uma evolução, seria melhor para a Caterham assinar com um piloto pagante.
“Já que eles não estavam me pagando mesmo, não fiquei triste quando me disseram que eu não seria titular, pois testei o carro e não vi nada de diferente do anterior. Ter continuado não mudaria a minha posição na equipe, carreira ou na vida”, prosseguiu.
“O que as pessoas ainda não sabem é que escolhi não pilotar mesmo tendo um contrato em vigor. Tendo um piloto pagante (Petrov), dei à equipe a chance de mudar e até de sobreviver”, finalizou Trulli.
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